Nome:
Amilton d’Andretta de Godoy
Nome Artístico: Tico d’Godoy
Nasc: 28/09/1973, Libra
Escolaridade: superior completo, Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo
Extra Curricular: na música, aulas de sax com Vadim Arsky, Debora Gurgel, Roberto Sion e Vinícius Dorin; workshops com Amilton Godoy, Nelson Bergamini, Phill Wilson, Michael Brecker, Cristiane Neves e Mestre Dinho, Nelson Ayres, James Carter e Joshua Redman; no teatro, interpretação em cinema e vídeo com Fátima Toledo, oficina dos Menestréis e workshops com Vladmir Capella,
Curso de produção artística pela Kavantan associados
;
Teatro, peças que atuei: "Noturno"- Oswaldo Montenegro, "Chimbirins e Chimbirons"- Marcos Artur e Vladmir Capella, "Piramo e Tisbe"- Vladmir Capella, "Bar Doce Bar"- Luiz Alberto de Abreu e Ednaldo Freire, "Peep Show"- Maurício Moraes, "Lendas e Tribo"- Candé Brandão;
M.C.: como mestre de cerimônia trabalhei com "Paramount", "G.E.", "Siemens", "Motorola", "Bank Boston", "Kibon", etc...
Ocupação atual: professor de saxofone, flauta transversal e iniciação musical no "Clam", saxofones alto, tenor e soprano no "GrOOfbOOgalOO", saxofone alto no "TRiNCHeiRa", saxofones alto, tenor e soprano no "3G", saxofone alto e vocal no "Quasímodo" e saxofone alto e tenor no "Leões de Israel";
Animais de estimação: cachorros (Golden Retriever) e peixes;
Hobby: leitura em geral, aquários de água doce e salgada, mergulho, natação, alpinismo, trilhas, karatê, correr e esgrima;
O
Percurso...
Só
pra entender um pouco do meu mundo, aí vai um adendo de como
foram as coisas...
...Tenho duas irmãs, a Lú, dois anos mais velha (1971)
e a Dandi, dois mais nova (1975), estudamos até a oitava
série no Augusto Laranja e o resto no Objetivo. Todos que
me conhecem me chamam de Tico mas meu nome é Amilton
d’Andretta de Godoy, o “Tico” vem do fato deu
ter ficado uns 4 meses sem nome depois que nasci, aí, depois
de muitas dúvidas se seria Francisco (nome que meu pai queria)
ou Daniel (nome escolhido pela minha mãe) acabou ficando
Amilton…o Francisco rodou e o Daniel acabou ficando pra minha
irmã mais nova.
Amilton... mesmo nome do meu pai, nome de responsa pois, pra quem não sabe, o Mirtão (como eu chamo meu pai) é considerado um dos melhores pianista do mundo e integrante do Zimbo Trio, um dos mais incríveis e mais antigo grupo instrumental ainda na ativa, com shows cada vez melhores, e agora iniciando uma brilhante carreira autoral
...o "d" do "d’Godoy" vem do "d’Andretta", sobrenome da minha mãe, também de peso. A Luiggi (como eu chamo minha mãe) é uma tremenda artista plástica, especializada em velas, machetaria, mosaicos, "Arte Francesa" e pinturas em geral, filha de um dos melhores médicos de campo que este país já teve, o Dr. Carlos d’Andretta, e da minha vozinha, Maria Aparecida Vulcano, uma tremenda bióloga ainda na ativa, também exploradora de campo...
...como deu pra perceber, dificilmente eu ficaria longe do mundo artístico e da biodiversidade desse planeta...
...Nasci em Sampa no dia 28/09/1973, libriano, aos 12 fiz meu primeiro curso de mergulho, dando continuidade no "sub mundo" até chegar a "dive master", aos 17 comprei um saxofone e tudo se encaminhava pra uma vida subaquática com fundo musical, ia fazer oceanografia e passar o resto da vida mergulhando, pesqisando, tocando sax pra estrelas no convés de algum barco e vivendo do mar...
...primeira encruzilhada da minha vida...
...eu já brincava de teatro amador por aí e foi nesse momento que o "palco" começou a me contagiar e o teatro (meu eterno vício) foi o estopim. Entrei na faculdade de Belas Artes de São Paulo onde me formei em Artes Plásticas com habilitação em cênicas, em 1991 a companhia teatral do Oswaldo Montenegro (atual oficina dos Menestréis) veio pra São Paulo, foi onde tudo começou, participei do musical "Noturno" em 92, 93, 94 e 95, integrei ao respeitado grupo "Zambelê" em 94 no musical de Marcos Artur e Vladmir Capella "Chimbirins e Chimbirons", na sequência, em 1996, veio "Piramo e Tisbe" de Vladmir Capella, dixpoix, com o grupo Zambelê, integrei no elenco do espetáculo "Bar Doce Bar", de Luiz Alberto de Abreu e Ednaldo Freire, quase que simultâneo ao "Bar..." participei da jornada SESC com o espetáculo "Crime Pretexto", do musical "Peep Show" de Mauricio Moraes e da Segunda montagem de "Chimbirins e Chimbirons". Nesta época eu já estava ficando maluco pois o Quasímodo já existia desde 93 e tudo acontecia meio que simultaneamente, enfim... em 98, a convite de Candé Brandão (oficina dos Menestréis) participei da concepção, montagem e execução do musical "Lendas e Tribo" de Candé Brandão, foi minha despedida dos palcos teatrais, a partir daí só fiz participações especiais nos espetáculos do amigos.
O Quasímodo estava cada vez mais acontecendo e, como se não bastasse, eu ainda cuidava de toda produção do Quasímodo, a galera dava uma força, mas o grosso ficava na minha, as coisas começaram a apertar e tive que optar...
...outra encruzilhada...
...a música e o Quáqua falaram mais alto...
...na música tudo aconteceu meio que ao acaso, com duas semanas de sax o Oswaldo Montenegro já me colocou pra solar no musical "Noturno", eram 1/2 dúzia de frases que encarei na maior cara de pau…confesso aqui pro ceis que o som que eu tirava era horrível, hehe…mas dava pra enganar, pelo menos o público…pois tomava ralada toda semana do Oswaldo e do Detão (irmão do Oswaldo e, junto com o Candé, quem cuida de tudo na oficina...) por causa do "ganso" que berrava de dentro do meu sax...
...toco sax desde de 93 mas admito que só comecei a tocar de verdade a partir de 2001 que foi quando deixei de lado o teatro e larguei a produção do Quasímodo pra me dedicar aos estudos musicais, já não dava mais pra conciliar a produção do Quaquá com o estudar sax, mas realmente comecei a estudar MESMO meus "cachimbos dourados" por volta de 2005, que é quando comecei os primeiros esboços do TRiNCHeiRa e do GrOOfbOOgalOO.
Com a viagem para a Europa, percebi que a estrutura quasimodal estava ficando grande demais e que já era hora de parar com a produção e me dedicar só a música, não dá pra querer abraçar o mundo, encerrei a produção com a viajem pra Europa e com o Lançamento do CD no final de 2000, uéu, com 3 viagens pro exterior (Uruguai, Argentina e Portugal), várias pelo Brasil e um CD com mega produção de lançamento me dei por satisfeito no mundo da produção, passando a bola pra Pri Pacheco, que cuidou maravilhosamente do Quaquá por mais 5 ano.
Em 2005 dei uma retornadinha a produção quasimodal e cuidei de toda produção executiva do DVD do Quasímodo e, juntamente com o Cesinha e com o PC, de toda edição e tudo mais, resultando em um material histórico incrível e bem divertido sobre os "corcundinhas do seu coração.
No ano seguinte, em 2006, o Junior sai do Quasímodo e a Vans volta, nova fase novos projetos, novo Quasímodo, com CD autoral e tudo mais.
Hoje, com quase 18 anos de estrada, o Quaquá continua melhor que nunca, bombando nas melhores baladas e eventos pelo Brasil e esse mundão a fora.
Além do Quasímodo, tenho outros 3 projetos, um deles, o TRiNCHeiRa, nascidos no Clam, inicialmente através do "Cherô Meia", um grupo musical formado só por metais (sax soprano, sax alto, sax tenor, flauta transversal, trumpete e trombone) e o "Nos Vemos Na Coda", um quinteto (baixo, piano, bateria, sax alto/flauta e sax tenor/soprano), ambos maravilhosamente arranjados e dirigidos por Nelson Bergamini. Após essa experiência maravilhosa com esses 2 grupos, eu e a Deb (Débora de Aquino, flauta no "Cherô Meia" e sax tenor e soprano no "Nos Vemos Na Coda") resolvemos montar o TRiNCHeiRa, um grupo instrumental de MPB e JAZZ, composto pelos professores do Clam e resgatando e adaptando os maravilhosos arranjos de Nelson Bergamini e outros petardos de Amilton Godoy, e de vez em quando dou umas "apitadas" com meus amigos do "Leões de Israel".
No esporte passeio pela natação, esgrima, corridinhas umas 2 vezes por semana e eventualmente mergulho, já dei umas boas perambuladas pelo karatê e alpinismo.
Como hobby tenho hoje o aquapaisagismo como uma das minhas maiores paixões, tive um aquário de 500 litros de água salgada que era incrível, mas durante uma ausência de 20 dias (fui pra Ilha Grande curtir um "rilex" total de tudo e de todos, hehe) a bomba de retorno quebrou e morreram todos os corais e peixes, além do prejuízo financeiro (corais e peixes de água salgado tem um preço bem "salgado", rs) o desgaste emocional foi bem considerável, foram mais de 5 anos investindo e criando animais maravilhosos e em questão de minutos tudo se desmantelou, enfim, continuei com os de água doce evoluindo para o aquapaisagismo, aquário plantado, uma verdadeira arte em biodiversidade, mais trabalhoso que aquários de água salgada porem muuuito mais divertido e interativo.
Curto uma boa leitura, li muitos quadrinhos na minha adolescência e pós adolescência, agora o tempo ficou meio curto então me detenho a leituras mais, como direi, construtivas, intercalando com algumas ficções, mas de vez em quando dou umas foleadas em alguns quadrinhas, apesar de achar que "já não se fazem mais quadrinhos como antigamente" (saudade dos bom tempos de "Orquídea Negra", "Azilo Akram", "Sandman", "A Piada Mortal", "Viajem a Tulun", "Drunna", "Watchman", "V de Vingança", etc...).
Adoro astronomia, fiz dois cursos de reconhecimento do céu no Planetário e um de física estrelar, também no Planetário, e sou um aficcionado pelo desconhecido, O.V.N.I.’s, pelo etéreo, inimaginário, oculto, pelo além...
Sou "Umbandista" praticante desde sempre, estudo e pratico "Magia Divina" desde 2004 e manipulo "Ervas", "Cristais" e outras cozitas maz desde muleque, acho tudo provável até que me provem o contrário, enfim...
...vou abordar nesse site tudo aquilo que me interessa visando trocar o máximo de informações com quem se interessar!
Bola pra frente, muito amor no coração e, como diz o sal pro catchup, "é nóis nas frita", hehe...
...vamu qui vamu e TAMU JUNTU!!!